Dois cristãos foram mortos a tiros quando saíam de um tribunal na segunda-feira, 19 de julho em Faisalabad, Paquistão. Rashid Emmanuel, 32, e seu irmão, Sajid, 30, estavam enfrentando acusações de blasfêmia, sob a alegação de que haviam distribuído panfletos que denegriam Maomé. 
De acordo com testemunhas oculares e fontes da Voz dos Mártires a polícia estava levando os dois irmãos do tribunal quando homens mascarados abriram fogo contra eles. Os pistoleiros pediram aos policiais muçulmanos para se afastarem dos cristãos a fim de evitar serem atingidos. Nenhuma atitude foi tomada para evitar o assassinato. Ninguém foi preso.
Os assassinatos aconteceram cinco dias após especialistas afirmarem que as assinaturas nos panfletos eram falsas e não dos acusados. Essa afirmação enfureceu a comunidade muçulmana que organizou um protesto exigindo uma punição contra os dois cristãos.
De acordo com a agência de notícias cristãs Compass Direct News, Rashid recebeu um telefonema anônimo pedindo um encontro com ele numa estação de trem. Quando Rashid chegou, foi cercado pela polícia carregando os panfletos que continham os escritos contra Mohammed, juntamente com as assinaturas e números de telefone de Rashid e seu irmão.
Fontes da VdM disseram que os muçulmanos comemoram os assassinatos com chás e doces, proclamando que eles mereciam morrer por desrespeitar o Islã.
O porta voz da VdM Todd Nettleton ressaltou a importância dos cristãos ocidentais compreenderem a lei de blasfêmia no Paquistão. “Estas leis são como uma vara para os muçulmanos radicais usarem para bater os nossos irmãos e irmãs cristãos”. Ainda segundo Nettleton essa lei possibilita cristãos serem presos e torturados enquanto aguardam por justiça. Essa situação pode arrastar-se por anos.
Paquistão Arquivo
PAQUISTÃO: CRISTÃ AGREDIDA NA TENTATIVA DE RESGATAR FILHA
No dia 25 de abril, Muhammad Akhter e Muhammad Munir invadiram a casa da viúva Fazeelat Bibi, 50 anos, enquanto seus filhos estavam no trabalho e a agrediram. O motivo da agressão foram as duas tentativas frustradas dessa mulher em recuperar sua filha sequestrada pelos muçulmanos. Eles não gostaram dessa tentativa de resgate e, através dessa agressão, deixaram um recado explícito para ela não tentar novamente.
A filha de Fazeelat, Saira, é uma jovem de 18 anos. Os muçulmanos que a sequestraram fizeram-na converter-se à força ao islamismo.
O presidente da Fundação de Advogados Cristãos (CFL), Khalid Gill, disse que as ligações feitas pelos vizinhos para a polícia foram em vão, pois os homens a agrediram em Lahore, na colônia predominantemente muçulmana de Bostaan.
No dia 18 de abril, Muhammad Akhter e membros de sua família já haviam agredido Fazeelat Bibi com paus e rasgado sua roupa, quando a viúva foi até a casa deles depois de ter recebido um telefonema de sua filha.
Nesse telefonema a jovem chorava e dizia que Munir e Akhter estavam espalhando rumores de que ela havia fugido com Munir. A jovem contou como Munir, Akhter e a irmã de Munir, Billo Bibi, tinha ajudado no sequestro, roubado suas joias e a forçado a se converter ao Islã e a se casar com Munir.
Na época em que foi sequestrada, em 10 de março, Saira estava noiva de um jovem cristão. Ele diz: “Os irmãos de Saira e eu estávamos muito felizes porque iríamos marcar a data de nosso casamento”.
Fazeelat Bibi procurou a ajuda da polícia, mas os advogados dela disseram que o inspetor foi subornado pela família de Munir e que estava inclinado a ajudar os seus companheiros muçulmanos no caso. O inspetor também disse para Fazeelat mudar para um bairro pobre cristão, pois ninguém iria ajudá-la em Boostan.
PAQUISTÃO: JOVEM CRISTÃ É SEQUESTRADA
Ali Raza, um muçulmano, enganou uma jovem cristã, Sonia, 19, e a convenceu a sair de sua casa. Um carro com os amigos do rapaz a levou embora.
A família de Sonia Mohan teme que o muçulmano, Ali Raza, force a jovem a se converter ao islamismo e a se casar com ele. Ali Raza disse que o irmão dela, Johnson Parvaiz, queria vê-la, fora da casa.
“Ali Raza foi até nossa casa e disse a Sonia que eu estava chamando e ela saiu da casa. Então, eles a levaram em um veículo. Desde então, nunca mais soubemos nada dela.”
Ele disse que o celular de sua irmã ficou desligado por dois dias. Quando começou a funcionar novamente, eles ligaram diversas vezes, até que um homem atendeu e entregou o telefone para Sônia. A jovem disse para o irmão não ligar novamente, que ela estava muito feliz e que não deveriam tentar encontrá-la.
“Estava claro, pela voz dela, que ela havia sido forçada a dizer aquelas coisas. Eu temo que ela seja forçada a se converter ao Islã e depois casar com Ali. Se isso acontecer será impossível encontrá-la novamente.”
Johnson afirmou que Ali e seus amigos já haviam dito para Sonia se converter ao islamismo, dizendo que ela era bonita e que não merecia viver como uma simples cristã.
O delegado local afirma que não acha possível que Sonia tenha ido com o rapaz muçulmano por vontade própria.
Os familiares temem que, quanto mais demorar para Sonia voltar para casa, há mais chances de que ela engravide ou seja obrigada a prestar um depoimento no tribunal, dizendo que ela foi embora de livre e espontânea vontade, apenas para que sua família não seja morta.
Fonte: Compass Direct
PAQUISTÃO: ADOLESCENTE QUEIMADA
Lahore, Paquistão. A notícia chega através da agência de notícias cristãs ao ocidente: Uma adolescente cristã é queimada viva por um homem muçulmano. Ninguém foi preso até agora.
A vítima: Kiran George. O suspeito: Muhammed Ahmed Raza. Ela trabalhava como empregada doméstica na casa da família do suspeito. Raza abusou sexualmente de Kiran durante vários meses. No dia 9 de março, quando Raza tentou estuprar Kiran novamente, ela ameaçou chamar a polícia. Então, Raza e sua irmã despejaram gasolina em Kiran e a queimaram. “Aquela garotinha estava em chamas dos pés à cabeça. Kiran gritava por ajuda”, disse um vizinho.
A família de Kiran levou-a para o hospital Mayo. Os médicos a examinaram e disseram que 80% de seu corpo estava queimado. Kiran lutou pela vida, mas não resistiu às graves queimaduras e faleceu no dia 11 de março.
A comunidade cristã da região, juntamente com os familiares de Kiran, se reuniu diante da Assembléia de Punjab para protestar contra o crime horrendo cometido pela família muçulmana. Os manifestantes pediram que a polícia prendesse os suspeitos.
A justificativa da família é de que Kiran foi queimada depois que suas roupas pegaram fogo enquanto fazia os serviços domésticos na cozinha.
“Estamos horrorizados com os abusos contínuos que os cristãos têm sofrido nas mãos dos muçulmanos no Paquistão. A negligência da polícia em prender os suspeitos que queimaram Kiran também demonstra a falta de justiça para os cristãos no Paquistão”, afirmou Jonathan Racho, diretor regional da ICC no Sudeste Asiático.
Ore em favor dessa família que sofre pela perda de um ente querido de forma tão brutal. Ore também para que a Justiça de Deus se sobreponha à dos homens e que essa família, humilhada, seja exaltada.