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IRÃ: ABSOLVIDAS

Glória a Deus! Em 22 de maio, Rustampoor Maryam e Amirizadeh Marzieh foram absolvidas de todas as acusações por parte das autoridades judiciais iranianas, de acordo com a Elam Ministérios.

Em março de 2009, Marzieh e Maryam foram presas e rotuladas de ativistas anti-governo. O apartamento de ambas foi revistado e os seus pertences foram confiscados. Elas foram interrogadas várias vezes em três diferentes centros de detenção da polícia, antes de serem enviadas para prisão Evin.

No ano passado, em 08 de agosto, elas foram convocadas para um tribunal iraniano e receberam a ordem de negar a fé em Cristo Jesus, verbalmente e por uma declaração escrita. A resposta das duas foi: “Nós amamos a Jesus. Como poderíamos negá-Lo? Não vamos negar nossa fé”. A partir daí elas foram acusadas de apostasia. 

Autoridades iranianas advertiram Maryam e Marzieh que qualquer futura atividade cristã seria tratada com seriedade. “Estamos muito gratas a todos que oraram por nós”, disse Marzieh ao Ministério Elam. “Não tenho dúvidas de que Deus ouviu as orações de seu povo”. E acrescentou: “Creio que nossa apreensão, prisão e posterior libertação estavam no calendário e plano de Deus, e foi tudo para a sua glória. Mas as orações do povo cristão nos encorajaram e nos sustentaram durante todo este calvário”.

Maryam e Marzieh foram libertadas da prisão em novembro de 2009, mas o processo contra elas só foi julgado recentemente. Louve a Deus pela sua misericórdia e pela absolvição definitiva dessas mulheres. Agradeça a Deus pela coragem que elas tiveram em permanecer em Cristo. Ore para que Deus continue protegendo-as. Ore para que esse testemunho chegue aos ouvidos de outros crentes perseguidos e lhes sirva de incentivo para também permaneçam firmes na Rocha, que é Cristo Jesus, o Senhor!

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IRÃ: LÍDERES DE IGREJA SÃO PRESOS

Em 28 de fevereiro, Hamid e Reyhaneh, um casal  de ex-muçulmanos agora convertidos à Cristo, foram presos pela polícia secreta em Isfahan, Irã, de acordo com Persian Christian News Network (FCNN). Hamid e Reyhaneh são líderes de uma igreja doméstica.

Vinte agentes da polícia secreta foram até a casa do casal e agrediram Reyhaneh quando ela resistiu à prisão. “Hamid foi preso quando voltava para casa uma hora mais tarde,” relata a agência de notícias FCNN. Outros cristãos presentes no momento da prisão foram ameaçados, mas não foram detidos.

A polícia confiscou computadores, celulares e literaturas cristãs, incluindo muitas Bíblias. Em 1 de março, Hamid e a família ficaram sabendo pelas autoridades de que o caso será remetido ao Tribunal Revolucionário uma vez que as acusações foram finalizadas.

            A prisão desses cristãos são os últimos de uma série nos últimos meses. A Voz dos Mártires incentiva você a orar para que Hamid e Reyhaneh sejam soltos e possam voltar para casa onde seus filhos os esperam. Ore para que seus filhos, ainda adolescentes, sejam consolados pela presença e a paz de Jesus.

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IRÃ: DOIS LÍDERES PRESOS

De acordo com a agência de Notícias Cristãs Farsi, policiais e agentes infiltrados atacaram 70 cristãos recém convertidos em uma comemoração natalina na cidade de Karaj.
Os oficiais fotografaram e filmaram os crentes. Confiscaram Bíblias, livros cristãos e um computador. Os cristãos foram intimados a estar disponíveis durante todo período de interrogações formais e legais e que devem aparecer ante os promotores quando solicitado. Dois dos líderes do grupo, Kambiz Saghaee e Keshvar-Doost, foram presos.

As últimas notícias dizem que Saghaee e Keshvar-Doost permanecem presos numa localização desconhecida e nem as famílias podem contatá-los.
Ore que Saghaee e Keshvar-Doost sejam libertados. Ore que os novos convertidos que assistiram esta reunião sejam fortificados em sua fé em Cristo. Ore também para a segurança de crentes iranianos.

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IRÃ: EDUCAÇÃO TRANSFORMA-SE EM CAMPO DE BATALHA

OBS: Notícia extraída da internet. Vamos orar e levantar um clamor em favor deste país tão carente da palavra de Deus.
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Teerã lança uma ofensiva para reislamizar as escolas e universidades. A oposição denuncia expurgos entre professores e a imposição de livros

As ideias são mais perigosas que as armas. Foi o que reconheceu o “líder supremo” do Irã, aiatolá Ali Khamenei. “Nossa prioridade máxima atualmente é combater a guerra branda do inimigo”, ele declarou em um recente discurso. A persistência dos protestos que começaram depois das eleições de junho passado convenceu as autoridades iranianas de que são as ideias ocidentais – sua cultura, sua arte e sua música – que afastam os jovens dos valores da república islâmica. Para enfrentar essa invasão, lançaram uma ofensiva ideológica, que tem como um de seus pilares a reislamização do sistema educacional.

Estudantes marcham durante protesto na Universidade de Teerã. Centenas de policiais iranianos e soldados da Guarda Revolucionária armados com bombas de gás lacrimogêneo, cassetetes e armas de fogo entraram em conflito com manifestantes pró-reforma apoiados pela oposição nos arredores da Universidade de Teerã na segunda-feira, 7 de dezembro, o Dia do Estudante no Irã

Veja mais imagens dos protestos em TeerãLeia outras notícias do UOL Internacional”Recentemente os seminários se encarregaram da direção de algumas escolas em várias províncias”, anunciou Ali Zolelm, o religioso que dirige o comitê para a cooperação escola-seminário, citado pelo jornal “Etemad”. Não se conhecem os detalhes e o alcance do plano, mas desde o reinício do ano acadêmico tanto o Khamenei quanto o presidente Mahmoud Ahmadinejad criticaram repetidamente a influência ocidental no currículo educacional.

Khamenei disse no final de agosto que as ciências humanas são “instrumentos coloniais do Ocidente para conquistar as mentes muçulmanas”. Diante de um auditório de estudantes e professores conservadores, ele afirmou que o estudo das ciências sociais “promove a dúvida e a incerteza”. “Muitas das ciências humanas e das artes liberais se baseiam em filosofias cujo cimento são o materialismo e a falta de crença nos ensinos divinos e islâmicos”, afirmou.

Suas palavras permitiam prever um novo expurgo do professorado considerado “pouco islâmico”. No mês seguinte, com a volta às aulas, confirmaram-se os temores. “Duas centenas de professores foram demitidos ou aposentados, sobretudo na área de humanidades”, confiou a este jornal uma professora da Universidade de Teerã.

Não há estatísticas oficiais e as expulsões são encobertas com pré-aposentadorias, mas depoimentos circunstanciais fazem pensar que o mesmo ocorreu em outras universidades.

“Quando cheguei ao meu departamento este ano, não conhecia a metade dos professores”, declara um docente da Universidade de Azad a quem a responsável por sua matéria advertiu que em sua classe havia “uma comissária política do regime”. Outro professor decidiu deixar o ensino porque diz que lhe impunham os livros que deve utilizar e até a forma de fazer a chamada.

Em alguns departamentos de inglês, as obras de Khomeini constituem leitura obrigatória. Em outros, as aulas sobre marxismo foram substituídas por “Deus e filosofia” ou “islã e teoria social”. Para muitos iranianos isso lembra o expurgo cultural que se seguiu à revolução de 1979, quando foram proibidos os livros de influência ocidental e milhares de estudantes e professores foram expulsos da universidade.

A nomeação de Kamran Daneshju para a frente do Ministério da Ciência, Pesquisa e Tecnologia, do qual dependem as universidades, também constituiu uma mensagem. Daneshju foi o responsável pelo centro eleitoral do Ministério do Interior durante as polêmicas eleições presidenciais em que Ahmadinejad foi reeleito. Esse engenheiro, ao qual a revista “Nature” acusou de plágio e cujo doutorado foi posto em dúvida no Parlamento iraniano, anunciou que vai promover a segregação de sexos na universidade, “de acordo com o islã”.

Simpatizantes do aiatolá Ali Khamenei durante os protestos nesta segunda na Universidade de Teerã

Veja mais imagens dos protestos em Teerã
Polícia iraniana reprime manifestações pró-reforma em Teerã, nas comemorações do Dia do Estudante
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No entanto, a ofensiva reislamizante parece ter sido gestada anteriormente. “Quando no ano passado entrevistei o então vice-ministro Zolelm, ele já me disse que o clero ia reescrever os livros escolares”, indica uma jornalista iraniana que teme que esses planos tenham recebido agora o impulso político que faltava.

No início de novembro, as autoridades anunciaram que destinariam um clérigo para cada escola. Ali Asghar Yazdani, um funcionário do Ministério da Educação, explicou que cuidariam das pregações coletivas nas escolas e de responder às dúvidas religiosas dos estudantes. No entanto, muitos pais veem a medida como um esforço para introduzir interpretações mais estritas do islamismo no sistema educacional público e tentar reduzir a crescente distância entre o clero e uma juventude cada vez menos religiosa.

Os universitários constituem um dos eixos centrais dos protestos que sacodem o país desde junho. Desde o início do curso, não passou uma semana sem que eles expressassem seu descontentamento nos campus de Teerã e de outras cidades iranianas, onde por lei a polícia não pode entrar.

As detenções e expulsões também foram numerosas e se intensificaram ao aproximar-se o Dia do Estudante, que se realizou nesta segunda-feira (7). Três mil estudantes assinaram uma carta convidando os líderes de oposição Mehdi Karrubi e Mir Hosein Mousavi a se manifestar com eles.

Fonte: EL PAÍS através do UOL
Tradução: Luiz Roberto Mendes Gonçalves

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IRÃ: CRISTÃS INTIMIDADAS A NEGAREM JESUS

Maryam Rustampoor, 27, e Marzieh Amirizadeh, 30, convertidas do Islã para o Cristianismo, foram intimidadas por autoridades iranianas a negarem sua nova fé.
Elas foram presas pela primeira vez no dia 5 de março de 2009, por abandonarem o Islamismo. Autoridades iranianas mantiveram-nas na solitária da prisão de Evin, desprovidas de tratamento médico, vendadas e passando por longos períodos de interrogatório. Recentemente, foram transferidas para uma cela lotada.
No momento da audiência, o promotor público, Haddad, perguntou para Maryam e Marzieh sobre sua religião. A resposta foi enfática: “Sim, nós somos cristãs”. Ele insistiu para que elas desistissem de sua crença em Cristo. Então, ele repetiu a pergunta e elas disseram: “Nós amamos Jesus. Nós nascemos em famílias muçulmanas, mas não somos muçulmanas”.
Durante o interrogatório, quando elas fizeram referência a como Deus as confrontou pelo Espírito Santo, o promotor disse: “É impossível Deus falar com os seres humanos”. Então, Marzieh perguntou: “Você está questionando o poder soberano de Deus?”. Ele respondeu: “Você não é digna de que Deus fale com você”. Marzieh disse: “Não é você, e sim Deus, que deve dizer se sou digna ou não”.
Após o interrogatório elas foram enviadas de volta para prisão até decidirem desistir de sua religião. Apesar da parte acusadora pedir a mesma sentença dada em casos de apostasia, o juiz não pronunciou nenhum veredicto.
A saúde destas irmãs está seriamente comprometida depois de cinco meses na prisão sofrendo abusos e maus tratos. Elas perderam peso e não receberam atendimento médico. Marzieh tem sofrido de dores na coluna, infecção dentária e fortes dores de cabeça.
Ore em favor destas gigantes na fé. Peça que Deus as acalente nestes tempos difíceis. Ore pela libertação delas e de tantos outros cristãos encarcerados por causa da sua fé em Cristo Jesus.

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IRÃ: CRISTÃOS SÃO LANÇADOS NA PRISÃO

photo_Marzieh_MaryamNo dia 5 de março, Marzieh Amirizadeh Esmaeilabad, 30, e Maryam Rustampoor, 27, foram detidas pelas forças de segurança iranianas sob acusação de serem ativistas contra o governo. Esta informação foi dada pela agência de notícias Christian Farsi News Network (FCNN).
Ainda de acordo com a FCNN, elas foram encaminhadas para a prisão Evin, famosa pelos maus tratos às mulheres. “Foi concedido apenas um telefonema de um minuto para cada uma. Segundo fontes nossas, as duas estão doentes e necessitam com urgência uma visita médica, mas nada tem sido feito para ajudar”, declarou a FCNN.
Depois de presas os apartamentos das duas foram revistados e todos os documentos foram confiscados.
O fato chamou a atenção dos cristãos de todo Irã. Está cada vez mais evidente que o governo iraniano está empenhado em acabar com o Cristianismo no país.
Fontes da agência FCNN contam que elas são interrogadas várias vezes num mesmo dia.
A Missão A Voz dos Mártires incentiva você a orar pela libertação de Marzieh e Maryam. Peça a Deus para curá-las de toda enfermidade. Ore também para que a tentativa do governo em acabar com os cristãos seja frustrada e que o nome de Jesus Cristo possa ser anunciado em todo país.

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